Apaixonado por cozinha, engenheiro civil cria rede de escola de gastronomia

Empresário consagrado no ramo de engenharia civil, o rio-pretense Waldyr Faria resolveu investir em uma outra paixão: a gastronomia. Acostumado a números, projetos e obras, o rio-pretense sempre dedicou o seu tempo livre à cozinha. Ali, os números se transformavam em gramas ou xícaras, os projetos em receitas e as obras em belas finalizações.

Os elogios vinham por todas as partes: família, amigos… – e nem era o vinho que os levava a gostar dos pratos – Waldyr cozinha bem mesmo. Juntando os ingredientes ao tempero do empreendedorismo que sempre o acompanhou, o prato mais ousado começava a nascer: era hora de investir no setor.

Waldyr pensou em vários formatos de negócios, mas uma tendência de mercado lhe chamou a atenção: a educação em gastronomia. “Senti que muitas pessoas amavam cozinhar e, como eu, queriam aprender mais sobre esse assunto, então, porque não reunir chefs experientes e levar a gastronomia mais perto de todos?”, afirma o empresário.

A leitura de mercado do empresário estava correta. Segundo dados da assessoria GFK, três a cada dez brasileiros cozinham por pura diversão e se dedicam a aprender mais sobre técnicas culinárias, uma tendência que levou cerca de 10  mil pessoas a se inscreveram em cursos profissionalizantes de gastronomia em 2016 (MEC), grande parte deles interessados em ingressar em um setor que movimenta mais de R$ 180 bilhões por ano no país e emprega mais de 6 milhões de pessoas  (ABRASEL)

Assim, há 3 anos, nascia a Le Grand Chef, escola de gastronomia que oferece cursos profissionalizantes e gourmets. Para este projeto, trouxe como sócios os chefs Kleber Lemechewsky e Marlon Spinelli, ambos com vasta experiência em gastronomia e educação.

Como era de se esperar, a união do hobby com o profissionalismo rendeu um faturamento de R$ 400 mil já nos 6 primeiros meses de funcionamento. A demanda crescente fez com que a escola duplicasse a quantidade de cursos ainda no primeiro ano de funcionamento. Já que todos os ingredientes deram liga, a massa cresceu rapidamente.

Em 2017, a Le Grand Chef entrou para o mercado do franchising.  Felipe Faria, sócio-presidente da marca e filho de Waldyr afirma que, mesmo tendo nascido de uma aventura bem sucedida do pai, hoje o negócio se tornou “uma franquia com muitas possibilidades de ensino que busca atender diversos perfis de público. Desde uma pessoa que gosta de cozinhar em casa por hobby, como o meu pai (Waldyr) fazia, até pessoas que buscam a profissionalização”, ressalta.

Segundo um levantamento da Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor deve crescer 10% em 2018 e a área educacional é uma boa opção para se investir.  Para o mesmo ano, a Le Grand Chef espera um faturamento superior a R$ 2 milhões.

Felipe lembra que a busca por mão de obra qualificada se manteve constante mesmo diante da crise econômica. “Com o aquecimento financeiro que deve acontecer ainda neste ano, a procura será ainda maior. E é por isso que investir na Le Grand Chef é sinônimo de lucro. O negócio trabalha com o setor que mais movimenta a economia do país”, destaca Faria.

A Le Grand Chef se tornou franquia com quatro diferentes tipos de modelo de negócio – express, padrão, duplex e triplex. O mais simples deles – o express – conta com uma cozinha de baixo custo ideal para receber os cursos – sai por R$ 169 mil, com prazo de retorno de 18 a 24 meses.

A franquia oferece todo o Know-how de uma equipe de chefs conceituados e material didático especial que segue as tendências do mercado. Não é necessário ser chef para ser dono de uma escola de gastronomia.  O negócio se adapta em todas as regiões do Brasil, ainda mais que o conteúdo é sempre atualizado e adaptável.

Para saber mais informações sobre o mercado de atuação e os modelos de franquia da Escola Le Grand Chef, clique aqui. Basta o interessado fazer um cadastro simples, que o Le Grand Chef entra em contato.

Nome da franquia: Le Grand Chef
Setor de atuação: Escola de gastonomia
Ano da fundação: 2015
Ano em que iniciou no franchising: 2017
Investimento inicial: 169 mil
Taxa de franquia: a parir de R$ 1.500 fixos/mês
Royalties: de 0 a 5%
Taxa de propaganda: a partir de meio salário mínimo
Número de funcionários: a partir de 5
Área mínima: 120 m²
Faturamento bruto mensal: de R$ 26 mil a R$ 281 mil
Lucro médio mensal: 30%
Prazo de retorno: 18 a 24 meses

 

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