Franquia de ensino em gastronomia registra crescimento e busca investidores

A população brasileira está cozinhando mais em casa e a gastronomia tomando um espaço cada vez maior na vida das pessoas. É o que mostra uma pesquisa da consultoria GfK: três em cada dez brasileiros cozinham por pura diversão, ao menos uma vez por semana e 25% cozinham todos os dias. Deles, apenas 25% afirmam ter o conhecimento em culinária que gostariam de ter, os outros 75% queriam saber um pouco mais.

Esta é uma das razões para o setor da educação em gastronomia estar em alta no país. Só em cursos profissionalizantes, segundo registros do MEC, nos últimos dez anos, o número de inscritos na formação superior mais que triplicou no Brasil. Partiu de pouco menos de 3 mil pessoas em 2006 para mais de 9,7 mil em 2016 e ainda não atingiu o ápice.

Quando projetamos este mercado para o público conhecido como “gourmet” – pessoas que gostam de cozinhar por prazer e se interessar por aprender técnicas avançadas – este mercado é ainda maior, o que vem chamando a atenção de investidores.

Fundada em março de 2015, a franquia Le Grand Chef, de São José do Rio Preto – SP, é um exemplo da força deste setor. A escola, que oferece cursos profissionalizantes e gourmets, conseguiu atingir um faturamento de mais de R$ 400 mil nos primeiros 6 meses de funcionamento, fato que chamou a atenção dos sócios devido à alta demanda e fez com que a Escola construísse, ainda no primeiro ano, uma segunda cozinha em sua unidade, duplicando ainda o faturamento nos meses seguintes.

A demanda crescente fez também a grade curricular aumentar. A escola duplicou os cursos e agora planeja um faturamento superior a 2 milhões para 2018.

Esses números são amparados por uma tendência econômica. A gastronomia movimenta mais de R$ 180 bilhões por ano no país e emprega mais de 6 milhões de pessoas, segundo um levantamento da Associação de Bares e Restaurantes (ABRASEL). O brasileiro gasta 79% a mais com gastronomia do que há dez anos.

Para o presidente da Le Grand Chef, Felipe Faria, há outra lacuna a ser preenchida pela escola com a aumento da popularidade da gastronomia: mão-de-obra especializada. “É o setor que mais movimenta a economia do país, um dos que mais emprega, entretanto, a mão de obra capacitada é extremamente baixa. Somos muito procurados por empresas dos mais diversos tamanhos em busca de profissionais de qualidade e é nesse ponto que estamos focados: capacitar profissionais para o mercado de trabalho” afirma.

O formato de negócio da Le Grand Chef, apesar de ter como foco a capacitação do profissional para o mercado de trabalho, aborda todas as áreas da gastronomia. Na área de formação profissional, a escola oferece cursos extensos, de 6 a 18 meses, em que o aluno sai formado como Chef de Cozinha ou chef patissier –confeitaria.

Há também cursos gourmets menos extensos, que variam de 1 a 12 aulas em que o aluno, por hobby, aprende variadas técnicas e assuntos específicos. “Em questão de público, a escola é abrangente, afinal, ela traz opções tanto para aqueles que querem seguir profissão na área da gastronomia, quanto para os que tem vontade de aprender técnicas de culinária para praticar a paixão pela cozinha. O franqueado pode oferecer cursos dos mais variados temas como Low Carb, Hambúrgueres, Risotos, até Ovos de Páscoa, conforme à necessidade local de cada região”, explica o chef Kleber Lemechewsky, um dos sócios da escola.

Com a projeção de crescimento do mercado nos próximos anos, desde o início de 2017, a Le Grand Chef se tornou franquia com quatro diferentes tipos de modelo de negócio – express, padrão, duplex e triplex. O mais simples deles – o express – conta com uma cozinha de baixo custo ideal para receber os cursos – sai por R$ 169 mil, com prazo de retorno de 18 a 24 meses. “É uma excelente oportunidade de negócio para quem tem a intenção de trabalhar na área de gastronomia, mas não gostaria de ter um restaurante” enfatiza Faria.

A franquia oferece todo o Know-how de uma equipe de chefs conceituados e material didático especial que segue as tendências do mercado. “O franqueado não precisa ser Chef para possuir uma escola de gastronomia. Nós oferecemos todo o treinamento necessário para o franqueado e sua equipe, que vai desde a parte de contratação, compras, vendas, marketing, até como se ministra uma aula” afirma o chef Marlon Spinelli, sócio da franquia.

Com toda a versatilidade do negócio, ele se adapta em todas as regiões do Brasil, ainda mais que o conteúdo é sempre atualizado e adaptável. “Estamos sempre atentos e seguindo as maiores tendências do mercado no setor da gastronomia, portanto, o franqueado e o aluno não irão se deparar com uma apostila que não se adequa à realidade em que vivem ou a que vão encontrar no mercado de trabalho”, finaliza o chef Marlon Spinelli, sócio da franquia.

Para saber mais informações sobre o mercado de atuação e os modelos de franquia da Escola Le Grand Chef, clique aqui. Basta o interessado fazer um cadastro simples, que o Le Grand Chef entra em contato.

Nome da franquia: Le Grand Chef
Setor de atuação: Escola de gastonomia
Ano da fundação: 2015
Ano em que iniciou no franchising: 2017
Investimento inicial: 169 mil
Taxa de franquia: a parir de R$ 1.500 fixos/mês
Royalties: de 0 a 5%
Taxa de propaganda: a partir de meio salário mínimo
Número de funcionários: a partir de 5
Área mínima: 120 m²
Faturamento bruto mensal: de R$ 26 mil a R$ 281 mil
Lucro médio mensal: 30%
Prazo de retorno: 18 a 24 meses

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